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ESCOLAS DO (e para o) FUTURO

Atualizado: Mar 18

O Dia da Escola é comemorado em 15 de março. Aproveitamos este dia para trazer uma análise feita pelo nosso idealizador, Guilherme Alves, no Linkedin, sobre as Escolas do Futuro com base em um estudo setorial do Fórum Econômico Mundial. Estudo que referenda a escolha, feita por ele, dos pilares que baseiam a metodologia inovadora que usamos na nossa .


Conteúdo indicado para todos que acreditam que a Educação é o caminho para um mundo melhor.


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Regularmente, o Fórum Econômico Mundial publica relatórios setoriais (www.weforum.org/reports) nos quais o maior foco são os benefícios e os desafios da 4ª Revolução Industrial em escala global e os caminhos para moldar o futuro desta nova economia e sociedade.


Nas 1ª e 2ª Revoluções Industriais, as atividades produtivas estavam concentradas em processos de manufatura repetitivos. Já nas 3ª e 4ª Revoluções Industriais, estão sendo introduzidos novos conceitos baseados em tecnologia, como a automação da produção, e o reconhecimento do valor intangível da criatividade.


Essa mudança de perspectiva dos principais líderes da economia global com relação ao uso de máquinas para as tarefas repetitivas também trouxe à tona a necessidade de que a sociedade valorize outras competências além das técnicas e cognitivas. Porém, esse impacto ainda não repercutiu no processo de formação dos indivíduos.


No relatório sobre Educação publicado neste ano, “Escolas do Futuro, definindo novos modelos de Educação para a 4ª Revolução Industrial”, o Fórum Econômico Mundial ilustra novos modelos, padrões e ações para transformar o futuro da Educação e propõe ações público-privadas para conectar, escalar e integrar esses novos e promissores modelos, normas e abordagens na garantia de proporcionar para todos o acesso à Educação 4.0.


Nesse documento estão indicadas oito mudanças críticas no aprendizado por conteúdo e experiências:

1.    Habilidades de cidadania global

2.    Habilidades de inovação e criatividade

3.    Habilidades tecnológicas

4.    Habilidades interpessoais

5.    Aprendizado personalizado e com ritmo próprio

6.    Aprendizagem acessível e inclusiva

7.    Aprendizagem colaborativa e baseada em problemas

8.    Aprendizagem ao longo da vida e orientada para os alunos


O estudo também selecionou 16 escolas pelo mundo que são pioneiras nestes critérios e que servem de inspiração nesta transição para a Educação 4.0.


São elas:


  • Canadá - The Knowledge Society

  • China - Anji Play

  • Equador - Skilling for Sustainable Tourism

  • Estados Unidos - Prospect Charter Schools

  • Estados Unidos - Tallahassee Community College

  • Espanha - iEARN

  • Finlândia - South Tapiola High School

  • Índia - Pratham’s Hybrid Learning Programme

  • Indonésia - Accelerated Work Achievement

  • Indonésia - Green School

  • Mali - Kabakoo Academies

  • Omã - British School Muscat

  • Peru - Innova Schools

  • Quênia - Kakuma Project

  • Reino Unido - Skills Builder Partnership

  • Vietnã - Teky Steam


Os autores reconheceram, nelas, um padrão comum de ensino, com ecossistemas personalizados de aprendizagem e ritmo próprio, acessível e inclusivo, baseado em problemas e colaborativo, ao longo da vida e orientado pelos alunos, que podem desbloquear, por exemplo, as habilidades interpessoais e de inovação necessárias para o futuro.


As abordagens pedagógicas inovadoras que mais se destacaram foram:


BRINCAR: ao criar experiências alegres, permite que as crianças encontrem significado na aprendizagem por meio do pensamento ativo e da interação social. Inclui jogo grátis, jogo guiado e jogos.

EXPERIMENTAL: integra o conteúdo a aplicativos do mundo real. Inclui aprendizado baseado em projetos e baseado em perguntas.

COMPUTACIONAL: suporta a resolução de problemas, permitindo que os alunos entendam como os computadores resolvem problemas.

INCORPORADO: incorpora o corpo físico ao aprendizado por meio do movimento.

MULTIALFABÉTICO: focada na diversidade e nas múltiplas maneiras pelas quais a linguagem é usada e compartilhada e conecta o aprendizado à consciência cultural.


Além de todo esse conteúdo relevante, o relatório ainda traz um alerta ao Brasil: estamos entre os 10 países mais atrasados em habilidades digitais para dominar a 4ª Revolução Industrial.


Orientações, melhores práticas e um alerta.

Temos todas as ferramentas na mão para acordar dessa inércia e semear, para garantir que o futuro tenha frutos em abundância.
Não há colheita sem plantio!

Há mais de um ano a Explore Aprendizagem Criativa trabalha o contraturno escolar com abordagens ativas como estas para desenvolver repertório criativo em Arte, Corpo e Tecnologia de forma transdisciplinar, por projetos, aberta, híbrida, mentorada e com um grande ganho socioemocional.


E, de tão atual, já está sendo replicado pela Pearson, a maior empresa de Educação do mundo, em dezenas de franquias Yázigi, com o programa Yázigi Explore de afterschool bilíngue.

Este artigo é sobre o recém-publicado relatório “Escolas do Futuro, definindo novos modelos de Educação para a 4ª Revolução Industrial” do World Economic Forum mas poderia ser o Manifesto da Explore Aprendizagem Criativa, que já pratica estas abordagens para as crianças que serão protagonistas nesta e nas próximas Revoluções Industriais!

Guilherme Rodrigues Alves



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